quinta-feira, 15 de abril de 2010

Azul estreia em Congonhas e vai voar para o exterior

A companhia aérea Azul começou a vender ontem suas primeiras passagens para o aeroporto de Congonhas, em São Paulo. A partir do dia 1.º de maio, a empresa passará a voar entre o aeroporto e Porto Seguro, na Bahia. A companhia recebeu 8 slots (permissão de pouso e decolagem) no aeroporto com a recente redistribuição feita pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), mas decidiu usar apenas dois para um voo semanal (aos sábados). Como a empresa não enxergou a possibilidade de realizar voos lucrativos com os demais slots, deverá devolvê-los.

O destino turístico foi escolhido exatamente para transformar a pequena operação em Congonhas em um modelo rentável. Como boa parte das aeronaves deve ser ocupada por passageiros que compraram pacotes de turismo, a demanda pelo voo deverá ser maior.

A própria Azul está criando uma agência de viagens para ajudar a viabilizar a rota, batizada de Azul Viagens.

Voos internacionais. A partir do final de junho, a Azul começará também a operar seus primeiros voos internacionais. As rotas entre Campinas e Buenos Aires e Porto Alegre e Bariloche (ambos os destinos na Argentina) serão oferecidos apenas por meio do modelo charter, em que os assentos vendidos fazem parte de pacotes turísticos.

A Azul já tem parceiras para esse negócio. A operadora Calcos venderá as passagens para Buenos Aires e a Agaxtur vai oferecer voos para Bariloche.


NewsComex - Comércio Exterior e Logística 15/04/2010

segunda-feira, 5 de abril de 2010

RFID em Supply Chain

O EDI que era tão comentado no passado já não é mais novidade hoje em dia.
Os leitores de código de barras do WMS já estão se encaminhando a participar das peças de museu tecnológico, e não é exagero!!!
Igual as máquinas de escrever, quando apareceu o computador o que aconteceu com as empresas fabricantes que viviam em pé de guerra querendo pegar uma fatia maior do mercado?
A Logística vem se desenvolvendo ao longo do tempo juntamente com os avanços tecnológicos e estes avanços são rápidos e constantes.
Hoje o que se comenta é no tal do RFID e alguns até dizem que isto está longe de acontecer no Brasil, calma lá! Muitas empresas estão esperando a coisa se estruturar primeiro, porém, aquelas que saírem na frente terão com certeza muitas vantagens competitivas no mercado. Muitos gigantes querem dobrar seu volume nos próximos anos, algumas estão tomando um caminho sem volta que é desvalorizar o seu capital humano, enquanto outras estão investindo em novidades tecnológicas como o próprio RFID.
Tempo é dinheiro e em Supply Chain quanto mais se otimizar em tempo e espaço, mais lucratividade terá ao negócio.
Está cada vez mais claro hoje em dia nas grandes empresas aquelas que possuem espírito empreendedor, que não esperam pelos outros, baseado em estudos vão lá e inovam em tecnologia, as outras tem que correr atrás!
Nenhuma empresa vai dobrar seus volumes, utilizando o mesmo espaço e o mesmo tempo em seus processos, é matemática 1 + 1 = 2.
Pesquisas mostram que uma gigante do mercado quer aumentar sua produtividade em 12% apenas com a utilização da tecnologia RFID, 12% para um volume astronômico é muita coisa, imaginem quanto for implantado em 100% das operações inclusive com as grandes redes de Contas Chave.
O que eu sempre digo: “É melhor correr na frente do que ficar correndo atrás”
E muitas empresas eu só vejo correr atrás anos após anos.

Autor: Anônimo 06 de abril de 2010

Novo Sistema de Identificação de Mercadorias será adotado na cadeia logística nacional

As Secretarias de Fazenda Estaduais, a Receita Federal e o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), representados pelo Encontro Nacional dos Administradores Tributários (ENCAT) e pelo Centro de Pesquisas Avançadas Wernher von Braun, respectivamente, anunciam o lançamento do projeto “Brasil-ID”, para iniciar em cadeia nacional o Sistema de Identificação, Rastreamento e Autenticação de Mercadorias. A solenidade de lançamento será realizada no próximo dia 17 de dezembro (quinta-feira), em Salvador, BA. O evento contará com a presença de representantes de todos os órgãos envolvidos e de empresas que já demonstraram interesse em aderir à iniciativa.

O Sistema estabelece um padrão único de Identificação por Radiofrequência (RFID), que deverá ser utilizado em todo e qualquer tipo de produto em circulação no país. Além disso, prevê a estruturação de serviços de rastreamento e verificação de autenticidade de mercadorias, que poderão ser desenvolvidos pelos setores público e privado, de acordo com a demanda e as necessidades do mercado, com o objetivo de promover a segurança e a otimização de seu comércio e circulação.

O objetivo do Governo ao desenvolver e adotar a tecnologia é oferecer à empresa contribuinte nacional e ao cidadão consumidor uma ferramenta para a segurança do transporte de mercadorias, que diminua o risco e, portanto, o custo final no mercado. Além disso, o Governo pretende estruturar no Brasil a total competência em microeletrônica para que esta seja competitiva mundialmente. Nos projetos-piloto, as Secretarias de Fazenda dos Estados selecionados irão se alinhar com uma variedade de empresas nacionais e multinacionais, para testar a tecnologia através de um exercício real que cubra toda a cadeia de manufatura, distribuição e comércio de produtos.

O Sistema de Identificação, Rastreamento e Autenticação de Mercadorias prevê, ainda, a instalação de uma infraestrutura de dados, com gestão nacional de leitura e gravação RFID. Serão instaladas antenas nas principais vias de circulação de mercadorias para criar mais obstáculos contra fraudes, roubos e furtos, além de fornecer dados logísticos para toda a indústria e, inclusive, o consumidor final. Este, por sua vez, também poderá utilizar o sistema livremente, para seu próprio benefício logístico, de garantia de autenticidade e origem, tendo mais uma proteção contra a circulação de bens roubados.

Durante todo o ano de 2010, o ENCAT e o Centro Wernher von Braun desenvolverão os projetos-piloto junto às empresas e instituições interessadas e implementarão a infraestrutura operacional junto ao Fisco, à Receita Federal e aos principais modais logísticos estruturais brasileiros, para a operação completa do sistema já na fase piloto.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

AS CARACTERÍSTICAS DOS CAMPEÕES

É hora de mudar

O Brasil cansou de ser o país das desculpas, das explicações, das justificativas, do jeitinho e da esperteza. As pessoas cansaram de ser enganadas e usadas. Queremos e podemos ter riqueza para todos.
Apesar de todas as nossas riquezas naturais, é chegada a hora de uma revolução que acabe com o comodismo e crie fartura. Mas para que a revolução aconteça de verdade, é preciso que esperemos menos e nos comprometamos mais.
Nosso ritmo é de urgência. Cansamos de ficar deitados eternamente em berço esplêndido. Depois de cem anos dormindo como a Bela Adormecida, acordamos querendo recuperar o tempo perdido. Sabemos que evoluir gradativamente não vai resolver os nossos problemas. O mundo não vai esperar por nós. Precisamos de guerreiros amorosos, dispostos a ousar e dar o salto qualitativo, capaz de nos oferecer um país digno.
Cada vez mais pessoas se dão conta de que a competência é o único caminho para a realização. Por outro lado, deixar a administração da própria vida para outra pessoa é o caminho da escravidão. A dependência é fatal para a realização individual e coletiva.
Muitos empresários brasileiros ainda insistem em repetir velhas fórmulas que só funcionavam no passado. Acabam levando a empresa à falência, porque vendem com prejuízo, não calculam a entrada e saída de centavos, não ficam atentos ao fluxo de caixa, ou seja, não administram de acordo com a realidade atual. Vivem esperando o próximo passo do governo e dos concorrentes para decidir seus caminhos. Preocupam-se demasiadamente com o faturamento e se esquecem do mais importante para o sucesso de uma empresa: a sua receita líquida, que indica o lucro depois da retirada dos impostos e outros encargos. Os empresários precisam aprender a trabalhar com uma margem de lucro reduzida, que tende a ser a mesma no mundo inteiro. Na Alemanha, por exemplo, alguém que exija um desconto de 15% sobre uma mercadoria será taxado de louco, justamente pelo fato das empresas venderem com margens de lucro muito pequenas.
Outro aspecto que apresenta uma mudança radical diz respeito ao comportamento de clientes e consumidores. Hoje, o cliente é rei e as empresas necessitam encontrar uma forma de oferecer o melhor produto pelo menor preço. E como se não bastasse a concorrência nos moldes tradicionais, as empresas ainda têm de lidar com a competição virtual, motivada pelo excesso de serviços colocados à disposição do consumidor. Hoje, por exemplo, o dono de um cinema não perde os seus clientes para o seu concorrente direto, mas sim para as videolocadoras, TVs a cabo, TVs normais, até mesmo para a violência nas ruas (medo de sair e ser assaltado, seqüestrado ou atingido por uma bala perdida).
Todas essas mudanças se constituem em indícios de que somos a primeira geração da Era do Caos, onde aquilo que era tido como certo já não vale mais. As três grandes indústrias que controlavam o comércio de máquinas de escrever passaram décadas brigando entre si pelo domínio do mercado para, no final, acabarem sendo preteridas pelo advento do computador.
Não é fácil garantir o “lugar ao sol” em uma economia cada vez mais globalizada. Nós precisamos ter a ambição de sermos campeões, porque a memória jamais registra uma “vice-vitória”. Em 94, o Brasil venceu a Itália na final e todos gritaram “É Campeão!”. Por outro lado, ninguém ouviu a torcida italiana gritar “É vice-campeão!”. Para chegarmos sempre em primeiro lugar, é necessário desenvolver uma mentalidade de excelência, como acontece no Japão, onde desde os primeiros anos escolares o indivíduo aprende a importância de “ser o melhor”.
No Brasil, 70% dos programas de qualidade total implantados nas empresas são abandonados no meio do caminho, porque o resultado imediato não surgiu. Esta é uma visão equivocada, porque qualidade total pressupõe qualidade de vida, qualidade do ser humano, um verdadeiro processo de quebra de paradigmas e transformação cultural, algo que demanda tempo e muito trabalho.

A REVOLUÇÃO DOS CAMPEÕES
O avanço da tecnologia tem contribuído de forma decisiva para acirramento da concorrência, face à diminuição dos postos de trabalho. Em contrapartida, há uma exigência cada vez maior quanto ao nível de capacitação profissional. Quanto mais habilidades forem desenvolvidas, maior a probabilidade de manter-se no mercado e assegurar a empregabilidade. Eis as cinco habilidades principais, apresentadas por empresários e executivos campeões:
1) Velocidade: É fundamental ter velocidade, especialmente aquelas pessoas que já passaram dos 30 anos, porque no campeonato do mercado são obrigadas a enfrentar a concorrência dos jovens, extremamente ágeis e com sede de aprender;
2) Polivalência: A exigência de capacitação para o desenvolvimento de várias atividades não significa o fim da especialização, mas o início da era dos multi-especialistas. Jô Soares é um exemplo de profissional polivalente: conhecedor de várias línguas, humorista, entrevistador, pianista, enfim, um artista completo, preparado para executar diversas atividades de forma satisfatória;
3) Visão: O profissional precisa ter visão para enxergar e aproveitar as oportunidades. Não é necessário ser formado na Sorbonne para desenvolver esta habilidade, basta estar atento ao mercado, procurando identificar possíveis ameaças de concorrentes diretos ou indiretos, bem como vislumbrar momentos favoráveis para investir e crescer. O presidente norte-americano George Washington dizia que o verdadeiro líder é aquele que consegue ver a árvore dentro da semente. De fato, hoje, o maior desafio dos campeões é enxergar nas crianças, jovens e novos funcionários os gerentes e diretores de amanhã;
4) Capacidade de Realização: Para ser bem-sucedido, o profissional necessita conhecer profundamente o seu ramo de atividade e saber o que fazer nos momentos de maior dificuldade. Da mesma forma, o empresário não pode hesitar na hora de adotar as medidas necessárias para salvar sua empresa, ainda que sejam extremamente antipáticas. No caso do negócio ainda ser apenas um plano, um desejo ou um sonho, há que se lançar mão de todas as armas para concretizá-lo, mesmo que a princípio pareça impossível alcançar a meta estabelecida. Muitas pessoas alegam que não podem realizar seus desejos porque já estão velhas, mas se esquecem que um dos empresários mais bem-sucedidos do Brasil, Sr. Roberto Marinho, criou a maior rede de comunicação do País (Rede Globo) após os 60 anos;
5) Entender de Gente: Esta é uma habilidade fundamental, porque clientes, funcionários, fornecedores, chefes, todos são gente. Todos eles são seres humanos com dois botões: um para ligar e outro para desligar. Assim, se os seus clientes forem bem recebidos desde a entrada, eles se encantarão e permanecerão dando preferência aos seus serviços.
Estas cinco habilidades são complementares e cada uma delas desempenha um papel-chave na composição do perfil do profissional-campeão. Alguém que possua apenas três delas pode estar certo de que será demitido, se for funcionário, ou está para falir, se for acionista. Já uma pessoa que está há mais de seis meses disponível no mercado (desempregado) não possui pelo menos três dessas habilidades.

QUATRO DICAS PARA O SUCESSO
1- O sucesso não é feito durante o expediente.
Ele é construído a noite, quando você faz um curso, lê, estuda. Vencer na carreira será conseqüência deste "esforço". Planejar e realizar os projetos, isto é fundamental para seu sucesso. E depende de estudo, pesquisa. Hoje fazer pós graduação já não é mais um diferencial, e sim uma "obrigação" de qualquer profissional que está no mercado. Para ser muito bom tem que fazer mais. Cada vez mais o sucesso está ligado ao processo de aprendizado, e da educação. Portanto, nunca pare.
2- Aceite ser o pior aluno da classe.
Fazer um curso do qual não entende muito, não é um problema e sim uma solução. Pense, no final do curso você estará dominando um assunto no qual até então, era um peixe fora d'água. Um profissional de recursos humanos, fazendo um curso de planejamento financeiro, com certeza se sentirá inferiorizado, assim como alguém da área de finanças se sentirá perdido num curso sobre relações humanas. Não importa, o que conta é que passados seis meses, um ano, ele agregará muito valor ao seu potencial. Quebre a cabeça nos trabalhos, não tenha vergonha em perguntar. É desta forma que se aprende. Melhorar o potencial, é "somar" cada vez mais capacidades, e isto só adquirido, absorvendo novidades.
3- Aceite ser um tolo.
Quando você faz uma pós, um curso de especialização, ou seja o que for, mesmo que seus colegas queiram assinar o trabalho que você fez sozinho, aceite, e faça mais do que o professor pediu. Surpreenda-o. Aceite pesquisar sozinho, deixe os espertos assinarem, agregue conhecimento. Se a sua empresa está implantando um programa de qualidade total, e as reuniões tem de ser fora do expediente, seja tolo, fique na reunião, não faça como os espertos, não vá para casa. Cada vez mais dar algo além do combinado, fará a diferença.
4- Trabalhe com Campeões.
Os campeões, vão te ensinar a ser campeão. Os medianos vão te ajudar a "quebrar galhos", "apagar incêndios". O campeão vai exigir que você seja sempre melhor, ele vai te motivar. Fazer você buscar sempre mais, ser o melhor. Um importante consultor de marketing sempre fala da importância do cavalo, ou seja, não adianta você ser um bom jóquei se está montando um cavalo pangaré. Não adianta ser só competente. A empresa, o local de trabalho também que " ter competência", são elas que irão investir em você, no seu potencial. Seu talento só será desenvolvido ao trabalhar com os campeões, por isso, não perca tempo com os "mais ou menos".

*Roberto Shinyashiki
*Psiquiatra e Escritor, autor da obra "A Revolta dos Campeões"

Impulso

"Se impulso fosse garantia de sucesso, o mundo seria dos cangurus".

Decisões tomadas por impulso são as que mais parecem certas.
Mas infelizmente, pessoas e empresas conhecem na pele os desastres causados por elas.
Mas... Sem impulso, nenhuma ave levanta vôo.
Sem impulso, nenhum avião decola.
Nenhuma bola atravessa o gol.

Por outro lado, nada é mais perigoso para a felicidade e a prosperidade do que decisões tomadas sem pensar.

Veja só:

Quando um jogador vai bater um pênalti, o que ele faz?
Fica ao lado da bola e sai como um louco pra dar um chute na hora em que o juiz apita../

O jogador e-s-p-e-r-a.... Respira fundo... Anda para trás um pouco,
d-e-v-a-g-a-r ... o-l-h-a para a barreira... o-l-h-a para o gol... Deixa a torcida rezando... Calibra a força... , respira fundo novamente... Foca... Calcula o ângulo e...num impulso poderoso arrancar gritos da galera....Chuta!

Existe uma razão para o jogador fazer tudo isso porque se ele seguir esse ritual, tem 1 chance em 4 de fazer o gol . Caso contrário tem 1 chance em 105 (sim, eu disse cento e cinco!)... E estaria fora...

a mesmíssima coisa acontece em sua vida. Cada decisão importante é um pênalti que você chutará para o gol. O que você prefere: 25% de chance de dar certo ou somente 0,95%? Use-os a seu favor.

Ninguém deve tomar uma decisão importante, antes de parar -
Focar e só então, decidir.. o impulso é a última ação, jamais a primeira. Impulso serve para impulsionar, não para decidir.

Quando os impulsos nos controlam, engordamos por comer tudo o que temos impulso em comer, ficamos sem dinheiro por comprar tudo o que temos o impulso em comprar e nos complicamos por fazer escolhas das quais nos arrependemos por muito tempo.

Mas existe um truque para usar o impulso, sem ser usado por ele. Simplesmente, inverta sua sequência de ações, aplicando o impulso depois, bem depois, da sua decisão, jamais antes.

Como diz o ditado, "se impulso fosse garantia de sucesso, o mundo seria dos cangurus"

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